O Papel chegou. Escaneie, organize, compartilhe.

Fim do mês. Sua contadora te escreve: "Me manda os comprovantes antes de sexta."

Você abre a galeria do celular. Entre fotos do cachorro e screenshots do Instagram tem em algum lugar um recibo do posto de gasolina. E outro do restaurante da quinta passada. E uma nota fiscal de internet que chegou por e-mail — talvez você tenha encaminhado pra você mesmo, mas já não tem certeza.

Uma hora separando, quarenta e sete JPGs enviados pelo WhatsApp, e sua contadora responde: "Dá pra mandar num PDF só?"

Esse é exatamente o momento pro qual fizemos o Papel.

Mais um scanner?

Não. O Papel não é um scanner.

O CamScanner escaneia. O Adobe Scan escaneia. Files e Notas no iOS também escaneiam. Tem dezenas de apps resolvendo o mesmo problema: papel → PDF.

Nós resolvemos outro: papel (e PDF) → nas mãos de quem precisa dele.

Entre tirar a foto de um recibo e sua contadora ter ele arquivado, normalmente tem um vazio — anexos do WhatsApp, pastas do Drive, e-mails que você manda pra si mesmo. O Papel preenche esse vazio. Escanear, pra gente, é o básico, não uma feature.

Com PDF funciona igual. Nota fiscal de um fornecedor SaaS na caixa de entrada? Importa pra uma coleção em dois toques. Recibo de posto de gasolina em papel? Escaneia. Os dois vão parar no mesmo lugar, prontos pra entregar.

Escaneie. Organize. Compartilhe. E esqueça.

Um fluxo só, quatro passos. Os três primeiros são o slogan:

Escaneie um recibo ou importe um PDF direto no app. A detecção de bordas resolve os cantos, cada página é comprimida no celular antes de sair.

Organize o documento numa coleção. Algo como "Comprovantes março 2026" ou "Cliente X — viagem." Dá um nome que o você do mês que vem entenda.

Compartilhe. No fim do mês, toca em compartilhar, gera um link e manda pra sua contadora no WhatsApp ou e-mail. Ela abre e tem tudo — um link, um PDF, um ZIP. Sem instalar nada, sem fazer login, sem conta do lado dela.

E depois esqueça. Fecha a coleção, vai pro arquivo, some da tela inicial. Mas não some do mundo — seus comprovantes vão estar lá um ano depois, cinco anos depois, organizados e prontos se vier uma fiscalização, uma troca de garantia, ou o momento em que você finalmente lembrar onde comprou aquele mouse que ainda tem um ano de garantia.

Isso é o produto inteiro. Sem categorização de despesas, sem totais, sem relatórios. Papel ou PDF → nas mãos da sua contadora → no arquivo, pra caso alguém perguntar de novo.

E agora?

O Papel está no iOS e no Android, em português. Você se cadastra com seu e-mail e um código de uso único, e escaneia seu primeiro recibo em menos de um minuto.

Se você é freelancer, MEI, ou tem seu pequeno negócio e seus recibos moram em três apps diferentes e uma pasta chamada "coisas" — testa um mês. Se encaixar, conta pra sua contadora. Manda um link de uma coleção e ela vai ver por si mesma.

Nos próximos posts: por que o Papel não categoriza seus gastos de propósito, como a gente cuida da privacidade sem ler o conteúdo dos seus documentos, e como usar o Papel quando você toca vários clientes ao mesmo tempo.


Escaneie. Organize. Compartilhe.

Seus primeiros comprovantes organizados em menos de três minutos.

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